SAÚDE
Deputado Weliton Prado e Comitiva do Triângulo cobram recursos para o SAMU Triângulo Norte
O deputado federal Weliton Prado (PROS) e a comitiva de representantes do SAMU Triângulo Norte cobraram do governo federal nesta terça-feira, 12/02, a habilitação e qualificação do serviço para a liberação dos recursos para custeio.
14/02/2019 15h08
O deputado federal Weliton Prado (PROS) e a comitiva de representantes do SAMU Triângulo Norte cobraram do governo federal nesta terça-feira, 12/02, a habilitação e qualificação do serviço para a liberação dos recursos para custeio. 
O SAMU atende 26 cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba há sete meses e já atendeu mais de 63 mil ligações pelo 192. 
“Já cobramos do governo federal que priorize os recursos e que o Ministério da Saúde publique a portaria com a habilitação e qualificação do serviço. Sempre defendi a implantação do SAMU e participo de cada passo para que este serviço que salva vidas seja prestado de forma adequada. Estamos cobrando e atuando de forma vigilante pois a saúde é essencial e não pode faltar para a população. São mais de 600 mil pessoas beneficiadas com o SAMU”, destacou Weliton Prado.
Com a publicação da habilitação e qualificação do SAMU, o governo federal será responsável por repassar R$ 625,126 mil (34,71% do custeio) e o governo estadual fará o repasse de R$ 995,184 mil (55,26%), somando mais de R$ 1,620 milhão. 
A comitiva foi formada pelo Presidente do CISTRI/SAMU e prefeito de Tupaciguara, Tenente Carlos Alves; o vice-presidente e prefeito de Ipiaçu, Leandro Luiz de Oliveira; presidente da Amvap e prefeito de Canápolis, Ualisson Carvalho Silva; presidente do CIS/Pontal e prefeito de Capinópolis, Cleidimar Zanotto, além de vereadores da região e representantes do CISTRI.

 

Elismar Prado cobrou dívida de mais de R$ 4 milhões do Estado
O deputado estadual Elismar Prado (PROS) já cobrou do Governo de Minas o repasse dos recursos mensais ao SAMU que estão atrasados desde outubro. O prefeito Tenente Carlos, que é presidente  do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência (Cistri) que administra o Samu, afirmou que o ano iniciou com o déficit de mais de R$ 4 milhões dos repasses estaduais, mas que não comprometem o serviço ainda porque houve boa gestão e as prefeituras estão contribuindo com R$ 180,687 mil mensais. 
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