Cemig
Dep. Weliton Prado defende consumidores durante reunião da Aneel
Redução nas tarifas da Cemig será de 6,03% para os consumidores residenciais
Foto: Tiago Souzza
Weliton Prado é o único parlamentar a defender os consumidores nas reuniões da Aneel
23/05/2017 11h45

As tarifas da Cemig passam a vigorar a partir de 28 de maio com uma redução média de 10,66%, sendo 6,03% para os consumidores residenciais. O deputado federal Weliton Prado (PMB-MG), da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, participou da reunião pública da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e foi o único, mais uma vez, a fazer a defesa dos consumidores. 

Redução das Tarifas da Cemig

Consumidores Residenciais:  - 6,03% (redução)

Baixa tensão (média):  - 5,82% (redução)

Alta tensão (média) - indústrias:  - 21,04% (redução)

Efeito médio para o consumidor:  - 10,66% (redução)

O deputado Weliton Prado já havia encaminhado um requerimento ao Ministério de Minas e Energia e à Aneel e apresentou ofício junto com o deputado estadual Elismar Prado (PTB-MG), membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia,  destacando que não havia razões para elevação das tarifas da Cemig e sim para redução, especialmente diante dos erros de cálculo do custo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), do pagamento de amortizações e de gerações e do lucro registrado pela empresa mineira em 2016, mesmo com toda a crise econômica do país. "Não há que se falar em desequilíbrio entre o quanto é cobrado e os custos do serviço, como se verifica, obviamente pelos altos lucros da Cemig" destacou Weliton Prado.

O parlamentar também questionou a insegurança e falta de auditoria nos dados e investimentos apresentados pela empresa, além da omissão e descumprimento por parte da Aneel do Código de Defesa do Consumidor que garante a devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente na conta de luz. "Apresentei em 2015 uma proposta de fiscalização e controle na Comissão de Defesa do consumidor para que fossem investigados os reajustes abusivos de 2015. De lá para cá, o Tribunal de Contas da União e a Aneel já identificaram dois erros. Isso sem falar na cobrança a mais de 2002 e 2009 não devolvida até hoje para os consumidores, apesar de assumida pela Aneel e comprovada por CPI na Câmara dos Deputados", criticou Weliton Prado. 

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